Tuesday, July 18, 2006



Dalton Trevisan

De Curitiba, vampiro.


Alimenta-se

de finais de aurora
e do que é mísero.

O ritmo
é de começo ao fim,
mas, feito disco
arranhado,

tipo: aos pulos,
aos riscos.

A mesma trama,
fantasmas fixos,
um inferno
andando em círculos.

Alfaiate de vazios,
bueiros e abismos.

13 Comments:

Blogger Vandré Abreu said...

Muito bom, Astier.
Dalton Trevisan e suas captações muito bem representadas.
Tb gostei muito dos poemas sobre Nicole Kidman e Woody Allen.

*Desculpa a intromissão.

10:02 AM  
Anonymous ricardo said...

olá astier...gostaria de saber se vc recebeu o e-mail que mandei com amostra dos meus poemas.

abraço's

11:34 AM  
Anonymous Moacy said...

Poema preciso, imagens precisas.

7:41 PM  
Blogger Celso said...

Belíssimo poema, Astier. E por aqui aguardamos o lençamento do teu livro

saudações

2:27 PM  
Anonymous diniz said...

olá , legal seu blog , sou seu colega no casulo 3 , se tiver um tempo passa no www.desmemorias.zip.net


abraços

9:04 AM  
Anonymous diniz said...

ops coloquei um s a mais . O endereço é www.desmemoria.zip.net

9:13 AM  
Anonymous diniz said...

vou linkar seu blog no desmemória

9:22 AM  
Blogger adelaide amorim said...

Ele às vezes lembra um Graciliano mais virulento, né não? Belo poema sobre o Trevisan. Abraço.

4:52 PM  
Anonymous Rita Kramer said...

Curioso e produtivo esse diálogo de Cinema e Poesia, aparentemente tão distantes, já que um tabalha a palavra como instrumento essencial e outro a imagem...
Quero parabenizá-lo pela participação eloqüente no Seminário da Revista Crispim aqui em Recife, bem como pelas poesias publicadas nela. Foi uma boa oportunidade de conhecer um pouco de sua obra e ratificar que nossos contemporâneos têm tanto a nos acrescentar quanto os clássicos. Digo que você ganhou alguns leitores por aqui! Estaremos 'linkados' pelo blog!

5:29 PM  
Blogger Maryeelle said...

acabo de conhecer vc e seu texto...
ambos me sensibilizam, ou melhor, o todo me sensibiliza
um grande abraço
Aparecida Torneros ( RJ)

5:06 AM  
Anonymous Cássio Amaral said...

Nicole é linda e vc matou a pau.
velho, muito bons seus poemas.
vou publicar um livro daqui um ou dois anos, será a coletânea dos meus três blogs.
Vou voltar sempre.
Qdo der leia uns escritos novos meus por favor.
Abração e muita luz e saúde.
Cão.

6:26 AM  
Anonymous Márcia said...

vim tirar o atraso e me fartar de beleza.
quando vai vir lançar o livro aqui, tiê? quero o meu.

beijo.

3:53 PM  
Blogger ###a.l.#### said...

Occasum

Autor: Orácio Felipe

Johann é imortal. Mas a imortalidade carrega consigo muitas angústias. A maior delas, a falta de um amor que a acompanhe. Ele buscava, como criatura das trevas, uma companheira que pudesse transformar. Ele buscava um antídoto e havia conquistado alguma força compondo poesias, admiradas tanto pelos seus criados, Igor e Fredy, quanto por aqueles que o perseguiam. Seus buquês de palavras, como costumava chamar, eram entregues àquelas que admirava. Mas havia uma única rosa em seu caminho, para a qual ele passaria a dedicar sua existência, que não era efêmera. Um vampiro buscando extinguir sua chama assassina através do amor de uma mulher. Um soneto pode aliviar a dor no coração frio de uma criatura?

www.clubedosautores.com.br

8:18 AM  

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